NÃO PERCA A HORA!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Quem mexeu no meu queijo?


1 - O que ficou para você do vídeo assistido?
2 - Qual é o significado do "QUEIJO" em sua vida?

3 - Como você lida com mudanças?

domingo, 7 de agosto de 2016

Tecnologia ou Metodologia ?

Em relação às NTICs,  o que  mudar dentro do contexto educacional ?

APRENDRE A APRENDRE - TICs

                                         https://www.youtube.com/watch?v=onQrYYFf2to

                          De forma coesa e coerente redija sobre o vídeo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Libras - Sueli Ramalho Segala






LEITURA LABIAL - Entrevista  com Sueli Ramalho Segala

Não há limites para quem quer se comunicar. Sueli Ramalho Segala (Rio de Janeiro1964) é  atrizescritoraprofessora de línguas e intérprete .          É surda e poliglota em  línguas de sinais.


Após assistir ao vídeo, redija um comentário com coesão e coerência.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Henri Matisse - Interior com violino

Interior com violino - Henri Matisse
1917  - Acervo Estadual de Artes
Copenhague - Dinamarca

Matisse (1869-1954) nasceu na França e formou-se em Direito em Paris. Oscilou durante muito tempo entre a advocacia e a pintura. Sentiu confiança de pintar após ganhar da mãe dele um estojo completo de pintura. O pintor impressionista usa cores vivas, puras e brilhantes. A maioria de suas obras focaliza ambientes internos, onde cada recanto pode ser ocupado por algum objeto.



Análise da obra:
1. Que ambiente o pintor retrata na tela?
2. Matisse gostava muito desta tela forte, luminosa e serena. Para você, quais elementos do quadro confirmam a avaliação do pintor sobre a obra?
3. Qual é o instrumento musical que aparece na tela?
4. O violino e a caixa foram pintados em cores fortes e claras. De onde vem a luz que faz esse instrumento se destacar no ambiente?
5. Que contraste há entre o ambiente externo e o interior do quarto?
6. Qual é o nome que Matisse deu ao quadro?
7. Agora você é a (o) artista: reproduza o quadro de Matisse ou crie em outro ambiente com o instrumento musical escolhido por você.

sábado, 14 de março de 2015

ANÁLISE DO QUADRO

Alixa. Sem Título, da série "Olhos que não querem ver" 

  A obra estudada, um óleo sobre tela de 50 x 60 cm, sem título, foi criada em 1985, fruto da reflexão do artista sobre a aculturação indígena que gerou a série "Olhos que não querem ver". Alexandre Silva dos Santos Filho (Alixa) é artista plástico e professor do Departamento de Artes da Universidade Federal do Pará (UFPA).

TAREFA: Observe com muita atenção o quadro acima e responda de forma coesa e coerente as perguntas abaixo:

 1. O que você pode perceber nesta imagem?
 2. Identifique a etnia (raça) deste homem.
 3. Que indícios o levam a perceber isso?
 4. Quais elementos da sua cultura foram mantidos e quais foram substituídos?
 5. Que cores o artista utiliza nessa obra?
 6. O que você vê no fundo da imagem?
 7. Em que local o índio se encontra?
 8. Qual a expressão de seu rosto?
 9. Ele estaria falando com alguém ao telefone? Qual seria o assunto?

domingo, 27 de abril de 2014

A LENDA DA MANDIOCA






 A lenda da mandioca
   
      Nasceu uma indiazinha linda e a mãe e o pai tupis espantaram-se:
     - Como é branquinha esta criança!
Chamaram-na de Mani. Comia pouco e pouco bebia.
Mani parecia esconder um mistério. Uma bela manhã, Mani não se levantou da rede.
     O Pajé deu ervas e bebidas à menina. Mani sorria, muito doente, mas sem dores. E sorrindo Mani morreu.
     Os pais  enterraram-na dentro da própria oca e regaram a sua cova com água, como era costume dos índios tupis, mas também com muitas lágrimas de saudade.
     Um dia, perceberam que do túmulo de Mani rompia uma plantinha verde e viçosa. A plantinha desconhecida crescia depressa.
Poucas luas se passaram e ela estava alta, com um caule forte que até fazia a terra rachar ao redor.
    - Vamos cavar? - comentou a mãe de Mani.
Cavaram  um pouco e, à flor da terra, viram umas raízes grossas e morenas, quase da cor dos curumins, nome que dão aos indiozinhos. Mas, sob a casquinha marrom, lá estava a polpa branquinha, quase da cor de Mani.
    - Vamos chamá-la de Mani-oca. - resolveram os índios. Transformaram a planta em alimento.
    E até hoje, entre os índios do norte e do centro do Brasil, este é um alimento muito importante.
E em todo o Brasil, quem não gosta da Mandioca?

Em comemoração ao DIA DO ÍNDIO, os alunos do 6º ano, turma 63, apresentaram uma peça teatral sobre a lenda da mandioca. Parabéns aos alunos pelo grande espetáculo!!

Literatura: Dom Quixote



Depois de trabalhar muito o livro
Dom Quixote de La Mancha  do autor Miguel de Cervantes, foi desenvolvida a oficina onde os alunos construiram o DOM QUIXONECO.  Assim, encerramos o projeto de literatura onde cada um construiu a sua aprendizagem de forma significativa. Parabéns aos alunos do 6º ano (61, 62, 63) da EENSA/2014.

Literatura: Avental de histórias



Era uma vez... uma turminha animada e esperta que adorava contar histórias!!!
Parabéns aos alunos do 6º ano/ EENSA - 2014 pela contação de histórias através do AVENTAL e os DEDOCHES !

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Literatura Infanto-juvenil

A [Literatura Infanto-Juvenil] sendo desenvolvida pela alunos da FACICA/2013



Parabéns aos alunos do 6º período de Pedagogia/FACICA.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

sexta-feira, 22 de março de 2013



Vícios de linguagem.


Na dica desta semana falaremos sobre uma peculiaridade do verbo FAZER


A gramática normativa da língua portuguesa determina que o verbo fazer , na indicação de tempo decorrido e de fenômeno da natureza , seja impessoal , ou seja, nesses casos, o verbo fazer não tem sujeito, por isso não tem com quem concordar, devendo ficar, obrigatoriamente, na terceira pessoa do singular.

Veja o exemplo abaixo:

Faz quase três meses que entrei na FACICA. (tempo decorrido)

Faz calor demais em ILICÍNEA  nos meses de janeiro e fevereiro. (fenômeno da natureza)

Se o verbo fazer vier acompanhado de outro verbo, forma que chamamos de locução verbal, passará a impessoalidade a este verbo (verbo auxiliar), e os dois ficarão no singular.

Por exemplo:
Deve fazer oito meses que ela se foi.

Mas em que situação esse verbo deve ser flexionado?
Quando representar uma ação praticada pelo sujeito. Neste caso, o verbo sempre concordará com o sujeito.

Veja os exemplos abaixo:
As pessoas fazem muito mistério em relação às dificuldades da língua portuguesa.
Os funcionários fizeram greve na semana passada.
Fazem guerra suja aos adversários.
Fazem de conta que não enxergam.

 
Veja no link abaixo outras dicas:

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

EVOLUÇÃO DO SABER TECNOLÓGICO



Palavras-chave: Conhecimento, Tecnologias, Saberes Populares, Hipertexto


Introdução

O homem sentiu necessidade de se comunicar, então, iniciou-se a escrita. E essa sede de se comunicar levou-o a procurar novas formas (mais fáceis e rápidas) para que seus códigos fossem entendidos. O que seria desafiante ao homem? E assim ele procurou dar sentido à sua vida de forma em que sua sede por informações fosse aguçada a cada dia e seu conhecimento construído. Esta foi a maneira que  impulsionou o ser humano à evolução do saber.

Refletindo os saberes tecnológicos

Acredita-se que o salto maior tenha vindo com a invenção de livro impresso (Gutemberg), a partir daí as informações eram transformadas em conhecimento transportável (mesmo o conhecimento sendo restrito à população).  Então, vieram invenções desafiantes: das mídias impressas (livro, revista, jornal) ao hipertexto (constituído de nós, ligações, trilhos, mapas...). Segundo SANTAELLA, citada por MARAGON, o hipertexto passou a coabitar com multimeios, misturas de sons, ruídos, imagens de todos os tipos, fixas e animadas, configurando os ambientes de hipermídia . Assim, o leitor tem a possibilidade de se interagir, decidir o rumo das informações seguindo seus interesses, ser o co-autor do texto.

LÉVY, citado por SILVA, ressalta que através das mídias, com programações de qualidade, pode-se compartilhar inteligências individuais, memórias, percepções, imaginações, construindo uma aprendizagem coletiva. De forma colaborativa o ser humano poderá construir seu conhecimento com autonomia.

Segundo FIGUEIREDO e SANTI (2002), os projetos de psicologia mais interessantes são os que mais dificuldades têm de se afirmar plenamente em termos epistemológicos e metodológicos. Espera-se que o discente saiba observar, discernir e assimilar toda essa informação disponível nas mídias; que retire o significado e o significante à sua vida. É essa capacidade de cognição do ser humano que o leva a processar as informações recebidas e também de adaptação, pois precisam pensar para mudar o ambiente em que vivem para que se torne um ambiente agradável e adequado ao seu meio de vida, pois o ser humano é o único com capacidade de mudar o ambiente em que vive.

SANTAELLA (2004), relata que a cibercultura se desenvolverá paralelamente com a cultura midiática, gerando conflitos, desafios, se adaptando à lógica da rede. Interessante esse argumento da autora, pois LÉVY prega a cibercultura e inteligências coletivas como forma de inclusão digital nos pólos: técnico, cultural e social. O desafio seria o aperfeiçoamento com qualidade dos órgãos de comunicação, assim, aguçaria o estranhamento do ser humano diante do novo a ser explorado.

Podemos refletir e analisar toda essa inovação tecnológica disponível no mercado, ressalta DIAS. Observar os fatores limitadores em relação às tecnologias móveis e aqueles fatores inovadores quanto ao uso de dispositivos no processo educacional. É claro que os inovadores são em maior número e que fazem parte do ambiente educacional de forma positiva (Ipod, mp3, celular, notebook etc). Teríamos a ubiquidade a nosso favor, estaríamos em toda parte ao mesmo tempo.

Considerações Finais

Em virtude dos fatos mencionados, a meio a tantas informações devemos repensar o modo de ensinar/aprender, mudar nossas metodologias arcaicas de ensino, pois nossos alunos sofrem com o excesso de informações, com dificuldade de concentração.  KASTRUP (1999), ressalta que nesta direção, o método da redução seria composto de suspensão, redireção e deixar vir para uma aprendizagem da atenção do ponto de vista da cognição inventiva .

Enfim, MELO (citado por ALMEIDA e BRITO), argumenta sobre a  Folkcomunicação na Internet , a mídia e toda a sua revolução é capaz de valorizar cada cultura popular, seus valores e costumes. Acredita-se que toda essa cultura, esse saber, seja mais divulgado através do uso das TICs na educação, pois o mundo virtual interage e ocupa espaço ampliando seu raio de alcance, sem perder o caráter local (suas raízes).

Referências Bibliográficas

ALMEIDA, C.D. e BRITO, A.I.A.Convergência entre mídia e cultura popular. Disponível em:  http://www.unisinos.br/publicacoes_cientificas/images/stories/pdfs_educacao/vol12n3/243a244_rs01_almeida.pdf  .  Acessado em:  10 /11/2009.
DIAS, R. A. Tecnologias móveis. Disponível em: http://www.webartigosos.com/articles/21311/1/tecnologias-moveis/pagina1.html. Acessado em: 10/11/2009.
FIGUEIREDO, L.C.M. e SANTI, L.R.  Psicologia: uma (nova) introdução. 2ª ed. São Paulo: EDUC, 2002.
KASTRUP. V. A aprendizagem da atenção na cognição inventiva. Disponível em: http://www.psicologia.ufrj.br/pospsi/aprendizagem.pdf  . Acessado em:  08 /11/2009.
MARANGON, R. O hipertexto no contexto educacional. Disponível em: http://www.uab.ufjf.br/file.php/2226/Biblioteca_4/O_hipertexto_no_contexto_educacional.pdf  . Acessado em:  10 /11/2009.
SANTAELLA, L. Culturas e arte do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. 2ª ed. São Paulo: Paulus, 2004.
SILVA, A. A convergência de mídias como ferramenta na construção das inteligências coletivas. Disponível em: http://www.unirio.br/morpheusonline/Numero02-2003/angelicasilva.htm. Acessado em: 07/11/2009.


Autora: Vaneide Damasceno Cunha Arantes

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O Pequeno Príncipe

A obra nos mostra uma profunda mudança de valores, sendo que é essa mudança que nos remete aos equívocos nas avaliações e julgamentos que fazemos. Nos entregando às preocupações cotidianas, esquecemos a criança que fomos. Esse é o âmago do livro de Antoine de Saint-Exupéry. 
 

 FRASES MARCANTES DO LIVRO:
Foi o tempo que investiste em tua rosa que fez tua rosa tão importante
O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.
Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.
Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo.
Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.
Ser homem é ser responsável. É sentir que colabora na construção do mundo.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

LIBRAS


LIBRAS:
A importância do conhecimento  na formação docente para a construção da inclusão do aluno surdo no ensino regular

É importante lembrar que quem está matriculado na escola é um aluno e não uma deficiência. O foco do trabalho de todos os profissionais na escola deve ser o aluno. Esse aluno é capaz de aprender, desde que respeitado seu tempo e maneiras próprias. As dificuldades e necessidades especiais devem ser percebidas e reconhecidas. O importante é que o professor acredite no potencial do aluno e que este seja capaz de explorar capacidades e possibilidades, criando e disponibilizando meios e recursos que lhe favoreçam o acesso ao conhecimento. Esse código de comunicação poderá produzir a construção de laços entre seus membros, sem isolamento, revolta ou solidão.


“Não é a surdez que define o destino das pessoas, mas o resultado do olhar da sociedade sobre a surdez.”
Vygotsky